O Centro de Produção da Moagem de Sines da CIMPOR já está em operação. Trata-se de uma infraestrutura decisiva na estratégia de sustentabilidade da empresa e que reforça a sua presença no hub industrial de Sines. A unidade, que esteve em operação entre 2002 e 2010, foi reativada e modernizada para responder aos desafios da descarbonização no setor da construção, conforme adianta a empresa em comunicado.
O principal foco do renovado centro será a produção de escória moída de alto forno (GGBFS), cuja utilização possibilita a produção de cimentos e betões mais sustentáveis e com uma menor pegada carbónica. “A reconversão tecnológica de que esta unidade foi alvo permitirá também que, no futuro, seja possível processar outras matérias-primas com benefícios ambientais relevantes, o que demonstra a pertinência, a longo prazo, do investimento feito pela CIMPOR”, avança a empresa.
Depois de testes operacionais bem-sucedidos, a CIMPOR pôde antecipar em dois meses o arranque oficial da operação e dispõe já de 2.500 toneladas de escória moída prontas para expedição. Em termos logísticos, a instalação está operacional e encontram-se reunidas as condições para a expedição a granel, estando previsto o arranque da operação de enchimento de big bags ainda esta semana.
“O arranque do Centro de Produção da Moagem de Sines é o culminar de um processo desafiante em que o enorme esforço de coordenação e superação técnica foi essencial. Este sucesso é o reflexo do empenho, resiliência e espírito colaborativo de todas as equipas da CIMPOR envolvidas”, afirma Ricardo Alvim, diretor do Centro de Produção da Moagem de Sines. “Fomos além da mera modernização de uma instalação. O que fizemos foi cimentar mais um importante pilar da nossa estratégia de descarbonização, enquanto consolidamos capacidade operacional e nos preparamos para o futuro da produção de materiais inovadores e sustentáveis.”
Com capacidade para processar mais de 400.000 toneladas de GGBFS em regime de laboração contínua, o centro arranca a sua atividade em cumprimento com todos os padrões técnicos, operacionais e de segurança. A progressão para um regime de exploração com maior número de turnos será faseada, dependendo da conclusão do processo de certificação do produto e da evolução das necessidades do mercado.
A localização estratégica junto ao Porto de Sines “representa uma vantagem competitiva fundamental, facilitando a receção e expedição de produtos de forma eficiente para os mercados nacional e internacional”.






