Logislink incorpora Bitranlis e Transaje

O grupo Sousa decidiu fundir a Bitranlis – Agentes Transitários e a Transaje – Trânsitos e Transportes na sociedade Logislink – Terminal de Logística. O projecto de fusão das diferentes empresas foi comunicado no passado mês de Novembro.

A fusão em causa consiste numa fusão por incorporação de duas sociedades, nas quais a Logislink não detém qualquer participação. Por esse facto, e resultante da operação da fusão, serão registadas diversas alterações ao nível da sociedade incorporante.

O capital social da Logislink será aumentado em 1.926.733,66 euros, passando para os 4.426.733,66 euros e integralmente realizado e detido por uma nova sócia, a ETF – Empresa de Tráfego do Funchal, com uma participação de 32,36% e pelas actuais sócias, a Opermad SGPS, com uma participação de 42,07% e pelo Grupo Sousa Investimentos SGPS, com uma participação de 25,57%.

A Logislink passa assim a ter como actividade a execução, em terminal de logística, de operações de formação e decomposição de unidades de carga, grupagem, armazenagem e entrega, operações complementares por conta de terceiros, actividades de agentes transitários dedicados a transportes marítimo, terrestre e aéreo de mercadorias e transporte rodoviário de mercadorias e operações complementares, incluindo a prestação de serviço de assessoria técnica no âmbito da gestão de empresas.

Até ao projecto de fusão, a ETF e o grupo Sousa eram detentores, respectivamente, de 75% e 25% da Bitranlis, a qual, por sua vez, detinha a totalidade do capital da Transaje, sendo o grupo Sousa e a Opermad detentores do capital da Logislink em 26% e 74%, respectivamente. Note-se que o grupo Sousa é detentor da totalidade do capital da ETF, mas apenas de 90% do capital da Opermad.

Com a operação de fusão, os detentores do capital da Logislink passam a ser a ETF, o grupo Sousa e a Opermad, com uma percentagem de 32,36%, 25,57% e 42,07%, respectivamente. A operação tem efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2018.

Com esta fusão, as empresas envolvidas pretendem tornar a operação integrada mais eficiente, criar sinergias e diminuir custos operacionais. Esta concentração “decorre de uma imperativa necessidade de racionalizar os recursos económicos e financeiros presentes em cada uma das sociedades, visando-se por meio desta, criar uma estrutura societária e organizacional única, apta a assegurar uma competitividade acrescida”.

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