Jungheinrich ganha o maior contrato individual de equipamentos com bateria de iões de lítio

A Jungheirich assinou um contrato de venda de mais de 1000 equipamentos de movimentação de carga com baterias de iões de lítio, o maior para equipamentos com esta tecnologia alguma vez adjudicado em todo o mundo.

Trata-se de um cliente internacional que irá equipar nos próximos meses armazéns e centros de distribuição na Grã-Bretanha, França, Itália e Alemanha. Mais de 700 dos equipamentos
encomendados são order pickers verticais de grandes dimensões, ideais para o uso em armazéns de corredores estreitos.
“A Jungheinrich é o número um em equipamentos de movimentação de cargas com baterias de iões de lítio. Este contrato é um marco para a mobilidade eléctrica e evidencia o facto de que a Jungheinrich domina a tecnologia de iões de lítio”, adianta Lars Brzoska, director de vendas e marketing da Jungheinrich AG. De salientar que a Jungheinrich é actualmente o único fabricante de equipamentos de movimentação de cargas, em todo o mundo, que produz as suas próprias baterias de iões de lítio. Em comparação com as baterias de chumbo-ácido convencionais, a utilização da tecnologia de iões de lítio proporciona um claro aumento de desempenho. As baterias são inteligentes e conseguem comunicar com o equipamento e o carregador, o que proporciona uma máxima eficiência energética. Permitem cargas intermédias e rápidas, o que possibilita uma utilização contínua da frota durante 24/7.
«Actualmente, em todo o mundo, nenhuma outra marca de intralogística tem mais equipamentos de movimentação de cargas com baterias de iões de lítio em utilização do que a Jungheinrich. Neste campo, somos líderes tecnológicos e estabelecemos os padrões. É a única empresa que oferece um sistema universal de um só fornecedor, produzindo o carregador, a bateria e o equipamento. A tecnologia de iões de lítio é o novo padrão nos equipamentos de movimentação de cargas. O elevado desempenho das baterias de iões de lítio, torna possível a utilização de baterias eléctricas nas áreas de trabalho onde os motores de combustão são ainda a regra», afirma Lars Brzoska.

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